Quem sou eu

Minha foto
Graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Mogi das Cruzes, pós-graduado em Gestão de Projetos pela Universidade Braz Cubas e especializado em Lean Six-Sigma pela Fundação Vanzolini. Profissional com mais de 9 anos de experiência desenvolvidos em empresas nacionais e multinacionais como Suzano Papel e Celulose, Comau FIAT group, ABB Asea Brown Boveri, Kimberly-Clark, Fibria grupo Votorantim e Cosan nos segmentos de papel e celulose, bens de consumo (produtos de higiene pessoal), área florestal (eucalipto de fibra curta) e logística (exportação açucar, grãos, etc). Atuação desenvolvida nas áreas de Engenharia de Confiabilidade da Manutenção, Engenharia de Manufatura, Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento de materiais e produto. Experiência na aplicação das metodologias Lean Seis Sigma, Kaizen, Lean Manufacturing, guia PMBOK do PMI, PDCA, SDCA, RCM - Reliability Centred Maintenance, Asset Management, entre outras. Certificado Green Belt em Lean Six-Sigma. Participação em grandes projetos de estruturação "greenfield" e "brownfield" da Manutenção utilizando o sistema SAP/R3 módulo PM Plant Maintenance. INTERNATIONAL EXPERIENCE * Argentina – Buenos Aires

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Brasil: País do FUTURO, país do PRESENTE! Um dos lugares mais VIBRANTES do mundo...

Brasil,
Mostra a tua cara, quero ver quem paga pra gente ficar assim!

Brasil,
Qual é teu negócio, o nome do teu sócio, confia em mim!



Vídeo da SAP Brasil.

OPORTUNIDADES...

As oportunidades são únicas:

Já ancorado na Antártica, ouvi ruídos que pareciam de fritura.

Pensei: Será que até aqui existem chineses fritando pastéis?
Eram cristais de água doce congelada que faziam aquele som quando entravam em contato com a água salgada. O efeito visual era belíssimo. Pensei em fotografar, mas falei pra mim mesmo - Calma, voce terá muito tempo para isso... Nos 637 dias que seguiram o fenômeno nao se repetiu. As oportunidades são únicas.

Amyr Klink.



Amyr Klink (São Paulo, 25 de setembro de 1995) é um empreendedor de expedições marítimas e escritor brasileiro, natural de São Paulo, filho de pai libanês e mãe sueca.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"São os ociosos que transformam o mundo, porque os outros não têm tempo algum” Camus


São os ociosos que transformam o mundo, escreveu Camus, “porque os outros não têm tempo algum”. Nem sequer para perceber as contradições e as consequências físicas e psíquicas da faina incessante e refletir sobre elas, lenta e profundamente. Os ociosos transformam o mundo criando e meditando. Usar a inteligência sem finalidade lucrativa, não submeter o ócio ao negócio, retirar-se da pressa e das agitações mundanas para poder refletir melhor, este é o trabalho dos ociosos, permanente e sem fim.

“A primeira prova de uma inteligência ordenada”, prescreveu Sêneca, “é poder parar e aquietar-se consigo mesmo”, entregar-se, na formulação de Montaigne, ao “fecundo exercício de uma ociosidade inteligente e feliz”, como ele, Sêneca e tantos outros (Rousseau, Thoreau) fizeram.
Lafargue, genro de Marx, escreveu há 123 anos a mais conhecida defesa do far niente (“fazer nada”, em tradução livre), O Direito à Preguiça, que é sobretudo uma crítica arrasadora à “perversão” das classes operárias pelo “dogma do trabalho” complotado pela Igreja e a nobreza — e legitimado pela lógica da produção capitalista e pela retórica domesticante do comunismo.

Os antigos gregos desprezavam o trabalho (atribuição exclusiva dos escravos) e gastavam seu tempo com exercícios físicos, jogos de inteligência e o que chamavam de ataraxia: a vida contemplativa. A escravidão, ao estilo antigo, acabou, mas ressurgiu com novas feições. “Quem não tem dois terços do dia para si é escravo, não importa o que seja: estadista, comerciante, funcionário ou erudito.” Assim falou Nietzsche, que só foi escravo de sua loucura.

Platão e Aristóteles achavam que trabalhar esgota o físico, faz mal à saúde, degrada a alma e impede o homem de servir ao espírito, ao corpo e à pólis. A moral “cristã” estragou tudo, santificando o batente (“ganharás o pão com o suor do seu rosto”) e transformando a preguiça em pecado capital. Os nazistas pegaram carona nessa pregação, afixando à entrada de seus campos de extermínio este cínico bordão “Arbeit Macht Frei” (O trabalho liberta).

Embora Jesus tenha louvado o ócio, no sermão da montanha (“olhai os lírios no campo…” etc.), e o Todo Poderoso parado para descansar no sétimo dia, e por toda a eternidade, a Igreja, ressalta Lafargue, pregou, astuciosamente, a ideia de que trabalhar é um castigo imposto pela justiça divina a Adão e Eva e sua infinita prole, para que não lhes sobrasse tempo livre para pensar em besteiras, como, por exemplo, questionar o clichê de que o trabalho só enobrece o homem. 

Russell fez seu “elogio ao lazer” (ou ao ócio) na mesma sintonia de Camus: “Sem a classe ociosa, a humanidade jamais teria saído da barbárie”. E Lafargue: “Para manter os pobres satisfeitos, os ricos enalteceram, por milhares de anos, a dignidade do trabalho, embora pouco se importando de continuar indignos nesse sentido”, e defendeu a redução da jornada de trabalho para quatro horas, mas sem recomendar que o tempo restante fosse desperdiçado com “pura frivolidade”. Trabalhando menos e aproveitando melhor o tempo, teríamos uma vida menos monótona e estressante, seríamos mais alegres e felizes. Como se ainda (ou já) estivéssemos no Paraíso.

“Tentando ser diferente da grande maioria... seguindo os conselhos de papai.”


Palavras que cosolam: Filho não precisa ser o melhor, o "number one" basta estar entre eles.

Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é "muito" para ser insignificante.
(Augusto Branco)
"Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá."
(Ayrton Senna)

SXSW 2009 Music Video: Playing For Change - Stand By Me

Stand By Me - John Lennon

Não importa quem você seja, não importa para onde você vá na vida, não importa quanto dinheiro você possa ganhar.... o que você precisa é que alguém fique com você!



 
Playing For Change http://www.playingforchange.com is an extraordinary effort uniting musicians and vocalists from diverse parts of the world. PFC captures these artists then combines it all together to create one seamless collaboration. Those who have experienced Playing For Change are mesmerized by its ability to inspire, connect and bring peace to the world through music. Now, for the first time, this multi-media experience is available to everyone.

Stand By Me - John Lennon

When the night has come
And the land is dark
And the moon is the only light we'll see
No I won't be afraid, no I won't be afraid
Just as long as you stand, stand by me


And darling, darling stand by me, oh now now
Stand by me
Stand by me, stand by me


If the sky that we look upon
Should tumble and fall
And the mountains should crumble to the sea
I won't cry, I won't cry, no I won't shed a tear
Just as long as you stand, stand by me


And darlin', darlin', stand by me, oh stand by me
Stand by me, stand by me, stand by me-e, yeah

Think Different

Pense diferente! Esta era é para os loucos, sonhadores, rebeldes, desajustados, encrenqueiros… As pecinhas redondas nos burracos quadrados! Eles empurram a raça humana para frente, porque as pessoas que são loucas o suficiente para mudar o mundo! São as que realmente fazem!



Empreenda, seja um sonhador, seja uma criança! Mude o mundo!